Volta ao Mundo com RTW


A primeira pergunta que me veio em mente quando ouvi falar nisso foi: “Que raio é RTW?” Então vou começar pela resposta: RTW é a abreviação de “Round the World” (“Volta ao mundo” numa tradução tosca). É uma espécie de pacote de passagens que algumas empresas disponibilizam para se dar à volta ao mundo.

A principal vantagem é o preço: a partir de aproximadamente U$3.000,00 (três mil dólares), até menos um pouco, se consegue dar à volta por todo o globo. As regras são diferentes entre uma empresa e outra, e por isso é necessário um bom tempo pesquisando qual se encaixa no seu roteiro.

Então vamos lá: de início é necessário um roteiro. Procure fazer uma lista de lugares que gostaria de conhecer: faça uma lista grande por que nem todos serão possíveis de se visitar e então fica mais fácil montar o roteiro substituindo um lugar ou outro.

Em seguida pesquise entre as empresas, qual oferece um serviço de bom preço e que alcance os destinos que voçê escolheu (vale prestar bem atenção que algumas empresas não incluem o Brasil como destino, o que descarta o a empresa pelo item preço).

Seguem alguns sites que oferecem este serviço:

http://www.roundtheworldticket.com/

http://www.staralliance.com/en/fares/round-the-world-fare/

http://www.roundtheworldflights.com/

http://www.bootsnall.com/rtw/

http://www.oneworld.com/

http://www.oneworld.com/


Algumas dicas retiradas da revista Viagem de março de 2005 (mas os sites estão atualizados) que tratam deste assunto:

-“Abra mão de alguns destinos - para não entrar em correria é necessário fazer escolhas;

-Reserve no mínimo quatro dias por parada – menos que isso vira maratona;

-Combine ar e terra – aproveite para viajar de trem por alguns paises (Austrália – www.gsr.com.au, Canada – www.rockymountaineer.com, EUA – www.americanorientexpress.com, Europa – www.orient-express.com, Russia – www.trans-siberian.co.uk, Africa – www.rovos.co.za, Ásia - www.orient-express.com;

-Prefira os guias locais – Eles são menores, mais baratos e mais atualizados;

-Despache pelo correio o que não estiver usando;

-Informe-se sobre vistos – seja bem cuidadoso em relação aos prazospara retirá-los (www.consulados.com.br);

-Vacinas – verifique quais devem ser tomadas e em que antecedência;

-Leve uma farmácia particular;

-Se vai ficar em albergue, pesquise em www.hostelworld.com;

-Leve pouca bagagem;”


No mais, é lembrar que “na terra dos outros se pisa devagar”, e educação cabe em qualquer lugar; Boa Viagem!!!

Dicas: Viajar de trem na América do Sul


Já viajou de trem? Viajar de trem é uma das maneiras mais confortáveis e baratas de se viajar (é possível dormir com conforto e economizar em hospedagem). No Brasil tá meio difícil mas tem outros países da América do Sul que dispõe de uma malha ferroviária razoável . Por exemplo, é possível viajar de bem próximo de Foz do Iguaçú até Bariloche de trem por um preço beeeemmm baixo. O site http://www.sateliteferroviario.com.ar/horarios/ tem informações úteis sobre preço, horários e linhas que operam em toda Argentina.
Já para quem vai viajar pela Bolívia, (especificamente entre Oruro e Villazón), consulte os horários no site http://www.villazonbolivia.com/viajes/ . Este trem passa em Uyuni, local onde existe um salar - uma espécie de deserto totalmente coberto de sal que proporciona um visual incrível de cores bem diferentes. Vale a visita!!!


E por fim, para viajar pelo Chile, visite o http://www.efe.cl/ , o mais organizado dos três. Conta com informações de todos os trens de passageiros (inclusive metrôs) do Chile.


Boa viajem!!!

DESTINO: PERU/ CUZCO (visitando os Incas – parte 3)

Logo que se sai da Bolívia, é possível notar uma grande diferença entre os países (principalmente $$$). Apesar de no Peru o preço aumentar um pouco, para o mochileiro liso ainda é muito barato viajar.

A primeira cidade que vale ser citada quando se chega ao Peru pela Bolívia é Puno, de lá que saem os barcos para as famosas “ilhas de palha”. Não são exatamente de palha, e sim de junco, mas realmente são ilhas com casas e tal...mas é muito “turístico”, no mal sentido. Também é desta cidade que saem os ônibus para Cuzo, capital do Império Inca e um lugar que merece um bom tempo para ser visitado.

A região de Cuzco, Vale Sagrado, e tudo onde foi esse grande centro do império Inca é fascinante, Aliás, se fosse possível eu moraria uns três meses por lá para poder conhecer todos estes lugares. São muitas ruínas, vales, sempre com novas descobertas arqueológicas e riquezas de um povo e cultura totalmente diferente do que estamos acostumados. Uma riqueza incrustada nas montanhas lindas e vales incríveis, com rotas turísticas que são muito interessantes, principalmente se tiver a sorte de encontrar um bom guia. Acredite, ainda existem guias que são descendentes dos incas e que falam quéchua, esses conhecem a fundo a história local com detalhes.

Primeiro, encontre um lugar para ficar. Sugiro o Hotel Cáceres (hotelcaceres@hotmail.com), na Calle Plateros, 368. Além de excelente atendimento, fica ao lado da Plaza de Armas, o principal ponto da cidade, é bem limpo, confortável e barato, com diárias próximas a 8 dólares. Para comer, procure pelo mercado municipal, onde existem inúmeras barracas de comida (experimente o pão com nata...é uma delícia e alimenta bem) e também é uma explosão cultural com milhares de cores, odores e sons muito bacanas. No trajeto entre a pousada e o mercado municipal, existem inúmeras agências turísticas com preços bem variados e serviços que são basicamente os mesmos então pesquise muito antes de decidir por uma.

Minha sugestão é que entre em contato com um guia chamado Aquino Huilcas, um cara muito bacana, que conhece muito sobre a história deste povo, seu e-mail é aquino_h@yahoo.es, procure-o e veja com qual empresa ele está trabalhando. Vale à pena!

Não deixe de visitar: Pisac (grande área de plantio, localizada no vale sagrado, com ruínas no alto da montanha. Tem um visual muito bonito e vai dando um gostinho no que está para vir. Em seguida, não deixe de conhecer Ollantaytambo, uma cidade inca que não foi abandonada e portanto muita coisa ainda funciona como era no passado. Para quem está indo à Machu Picchu e está precisando economizar, não precisa pegar o “famoso” trem que custa a bagatela de U$60,00 (é sessenta dólares mesmo!!!) ida e volta (Ollantaytambo – Águas Calientes). É só seguir caminhando pela linha do trem, não perigoso, nem muito longe (coisa de duas a três horas de caminhada em ritmo beeeem suave).

Em Águas Calientes é preciso ficar em um hotel (NÃO FIQUEM NO “IMA SUMAC” – MINHA MALA FOI VIOLADA E O CARA DE PAU AINDA DISSE QUE FOI RATO!!!), para somente no outro dia bem cedo subir à Machu Picchu (Tem um microônibus que faz o trajeto e vale à pena pagar por ele, porque a subida é grande...). Cheque cedo à Machu Picchu para poder subir à Wayna Picchu (somente 400 pessoas ao dia) uma montanha 800m acima de Machu Picchu que proporciona o visual mais incrível das ruínas.

É bom levar comida e água, por que lá em cima tudo custa uma fortuna, e por fim, aproveite seu tempo por lá, por que por mais que se aproveite, aquele lugar deixa muita saudade.

Boa Viagem!!!

Dicas - Caronas no Brasil

Recebi de um leitor uma dica muito interessante. Dêem uma olhada:

"Quem trafega pelos grandes centros urbanos sabe que poucos carros andam com a sua capacidade máxima e a grande maioria leva apenas um ou dois passageiros. Na cidade de São Paulo, por exemplo, a taxa de ocupação de automóveis particulares é de 1,49 pessoa por veículo. São 64% dos carros trafegando apenas com o motorista e 27% com o condutor e um passageiro.

O resultado disso pode ser visto em mais carros vazios na rua, pessoas solitárias dentro de seus veículos e quilômetros de engarrafamentos que podiam ser reduzidos drasticamente se mais pessoas compartilhassem os carros, oferecendo e recebendo caronas.

Para facilitar esse processo nasceu a TipCar, uma rede social da carona solidária que mapeia as rotas de caroneiros de todo o país e ajuda a localizar quem pode compartilhar o carro com você.

As vantagens são muitas, avisam os responsáveis pela rede. O motorista ganha com a redução das despesas com locomoção ao dividir custos com outras pessoas e o descanso do volante proporcionado pelo rodízio.

Já para o passageiro, vale usufruir de uma viagem rápida e confortável. Ambos poupam tempo, dinheiro, reduzem os engarrafamentos e as emissões de poluentes, além de poderem conhecer outras pessoas e fazerem novas amizades.

"Acreditamos que estes assentos vazios podem ser utilizados para beneficiar o motorista, passageiros, sociedade e ao meio ambiente, em uma relação ganha-ganha perfeita." - TipCar

Funciona da seguinte forma: O interessado se cadastra no site usando uma conta que já possui, como a do Google, Twitter ou Yahoo. Depois, ele insere seu roteiro diário, informando os locais de origem e destino, horários e dias da semana que ele faz aquela viagem, quantos assentos disponíveis o carro possui e se ele será motorista ou passageiro.

Esses dados são analisados por técnicas de geoprocessamento visando encontrar pessoas com interesse comum em relação à mobilidade, rastreando rotas similares e fazendo sugestões de possíveis caronas. O sistema também contabiliza automaticamente a distância a ser percorrida, a quantidade de CO2 que poderá ser poupada e o valor que os caroneiros deverão contribuir com o motorista.

Lembrando que o serviço é gratuito e esse valor é apenas uma forma de compensação pelos custos da viagem, como gasolina, pedágio, estacionamento e impostos, e deverá ser acordado diretamente entre o motorista e o caroneiro.

Para garantir a segurança de todos os envolvidos, a pessoa terá acesso ao perfil do candidato a caroneiro, com informações sobre sua rota e o auxílio de recursos sociais, como amigos em comum, comunidades e fotos. Após a aprovação de ambos, são disponibilizados dados pessoais, como e-mail e telefone de contato, para que vocês possam entrar em contato e acertarem a carona. Assim, você poderá avaliar e decidir se quer compartilhar o carro com aquela pessoa ou não.

Os caroneiros ainda podem se inscrever em comunidades ou grupos de carona, facilitando o encontro de alguém com a mesma rota e tornando o processo mais seguro. E se ainda não existir uma comunidade com a rota que você procura, você pode criar uma nova e convidar seus amigos, colegas de trabalho ou de faculdade para participarem.

Para participar, basta entrar no site e se cadastrar (tipcar.com.br).


Boa carona!


Para mandar sua dica escreva para: jonaspannain@hotmail.com

DESTINO: BOLIVIA (visitando os Incas – parte 2)


A chegada de ônibus à La Paz é feita por um distrito/bairro chamado “Los Altos”, o mesmo onde está localizado o aeroporto de La Paz.

O visual da chegada é interessante porque é possível perceber o formato de “caldeirão” da cidade, e dimensionar o seu tamanho.

La Paz ferve: uma quantidade enorme de carros, motos, pessoas, bicicletas, todos emaranhados nas ruas e avenidas. No meio desse emaranhado, milhares de turistas, de sua maioria europeus (mas também tem muito japonês, norte-americanos, argentinos...),andam como baratas-tontas no meio de um cenário impressionante de cores e sons, La Paz é o maior centro de Mochileiros que já conheci. Devido à essa característica, não é difícil encontrar um bom hostel por um excelente preço. Mas antes, não se esqueça de comprar as “SOROJCHI PILLS”, o remédio que combate o mal de altura, uma dor de cabeça terrível que o mochileiro já deve ter sentido durante o trajeto entre Cochabamba e La Paz. Se não encontrar, procure beber o “Trimate” vendido em toda lanchonete de La Paz.

Logo na rodoviária existe um centro de informações turísticas muito eficiente, com funcionários prestativos que fornecem mapas da cidade e auxiliam na escolha de um lugar para ficar ou passeios interessantes na região – todos com preços bem camaradas.
Nossa sugestão é que se procure por hospedagem próxima à praça de São Francisco, um local bem badalado, com opções de passeios para solteiros e casados, com muitos mochileiros, baladas, restaurantes, hotéis, pousadas, lan houses, agências de turismo, lojas de souvenires, e a famosa Feira das Bruxas à poucos quarteirões. O hostel Solário fica bem próximo à praça, com quarto individual (para casal) ou compartilhado, fornece acesso grátis à internet, custa bem barato (a diária fica em torno de 4 a 5 dólares por pessoa) foi a minha opção. Não me arrependi. Além da segurança, são todos muito profissionais e simpáticos e fica próximo à quase tudo que se precisa (inclusive lavanderias).

Para quem não conhece, a feira das Bruxas é a principal feira de rua da cidade. Tem de tudo (inclusive bruxas), além de mochilas, mantas andinas, roupas muito baratas (principalmente de frio), gorros, luvas, calças jeans, além de uma infinidade de comida diferente (sinceramente não sei o que era). No caminho suas ruas são repletas de agências de turismo de aventura, onde uma boa parada pode render muitas idéias de lugares para conhecer. La Paz exige do Mochileiro uma disposição em descobrir novidades, e não tenha dúvida que existem muitas.


Os principais pontos turísticos “próximos” à La Paz estão em torno do Lago Titicaca. Berço da civilização Inca, é repleto de ruínas em suas margens e ilhas, e para quem tem Cuzco como destino, deve-se optar por dois caminhos: ao Sul, passando por Tiahuanacu, local onde estão localizados o sítio arqueológico Kalasasaya, ainda em escavação, onde foram encontrados o portal do Sol, da Lua e uma pirâmide ainda em escavação e o museu lítico e cerâmico da cultura pré-Inca.

O bilhete para visitação custa algo entre dez e quinze dólares e é utilizado para entrar em todas as locações. Após a visita segue-se para Desaguadero, cidade na fronteira com o Peru e que por ser menos turística, se torna menos comum que um guarda peça uma “gorjeta” para facilitar sua entrada ou saída em ambos os países. De desaguadero , deve-se procurar por uma lotação que siga para Puno, última parada antes de embarcar para Cuzco.

Se a opção for pelo norte do Lago, então deve-se seguir destino à Copacabana (sim, como a famosa praia do Rio de Janeiro), onde também existe uma grande facilidade em encontrar hospedagem por um bom preço.

De Copacabana que saem vários barcos com destino às ilhas da região, onde pode-se visitar ruínas incrivelmente construídas no alto das ilhas: destacamos as Ruínas do Palácio Inca, Templo do Sol (na ilha do Sol), Palácio das virgens, Templo da Lua (na iha da lua), além de inúmeras outras nestas mesmas ilhas e outras da região. Sendo esta a opção, deve-se então cruzar a fronteira do Peru pela cidade de Kassani, logo após Copacabana, para então seguir a Puno.

Existe também a possibilidade de se visitar Tiwanaku em um dia, voltar a La Paz e então seguir para Copacabana. Também ouvi falar da possibilidade de se pegar uma barco que sai de Copacabana e vai até próximo a Tiwanaku, aproveitando assim a facilidade da fronteira em Desaguadero.

De qualquer forma, evite deixar dinheiro na bagagem, nem guarde tudo em um só bolso, caso o guarda peça alguma coisa, procure se fazer de desentendido, pedindo que ele explique melhor: isso inibe que seja feito um pedido de dinheiro. No mais, boa sorte, e não se esqueça de pedir o documento de entrada no País. (os guardas da fronteira tendem a “esquecer” para depois criar caso na saída e pedir propina).

Boa viajem!

DESTINO: BOLIVIA (visitando os Incas – parte1)

Para dar continuidade ao Manual, iniciamos com as dicas de uma grande viagem: região andina, visitando os Incas. Escreverei dividido em partes, uma vez que o trecho é grande e muito detalhado. Então lá vai...

Iniciaremos este trecho pela Bolívia. Considero que a maior parte dos passeios interessantes partem de sua capital, La Paz. Algumas pessoas, inclusive, preferem pegar um avião e descer direto por lá. Na minha opinião, não se deve fazer dessa forma por alguns motivos:

- La Paz está situada à 3660 mts de altitude e por este motivo os visitantes costuma sofrer com o mal de altura (chamado de soroche). Uma viajem com mais escalas permitem que o organismo se adapte melhor à essa situação;

- Entrar em uma casca de metal, viajar sentado no ar condicionado por algumas horas e descer em um “mundo” totalmente diferente é estragar todo o gosto da viagem.

- Nada se compara a subir o planalto de ônibus e,lá do alto, ver ao horizonte a cordilheira dos Andes sob a luz de um sol nascente. (é possível pegando ônibus que sai de Cochabamba para La Paz entre as 04:00hs e às 06:00hs);

A primeira opção, indo por terra, é sair de Corumbá (MT), seguir pela fronteira até Puerto Suarez já na Bolívia; ATENÇÃO!!!! Não deixe de pedir o documento de entrada no país e verifique se está carimbado com a entrada. Por ser uma cidade de “livre acesso” na fronteira, acontece de um guarda “esquecer” de te dar tal documento ou carimba-lo (pura malandragem para que quando você estiver de saída do país ter como cobrar propina pela falta de tal documento – isso é comum em todas as fronteiras de lá). Não se assuste, nobre mochileiro(a), apesar de não estarmos muito acostumados em ter que lidar com isso no Brasil (aqui não existe propina...hehehhehehe), com um pouco de cuidado e atenção, é tranqüilo passar pelas fronteiras.

Uma vez em Puerto Soarez, basta pegar um trem (Ferrobus) para Santa Cruz de La Sierra. (sinceramente, não conheço nada interessante no caminho) os valores variam em torno de 10 a 20 dolares para uma viagem de aproximadamente 630 Km. Procure horários noturnos para economizar em hotel e no calor (que é infernal nesta região).

A estação de trem em Santa Cruz é junto à rodoviária, então já se aproveita para comprar a passagem de ônibus para Cochabamba ou direto para La Paz. Não se empolgue com a gritaria que fazem os vendedores de passagem e com as fotos de ônibus que enfeitam os guichês: provavelmente não são reais. Antes de comprar a passagem vale à pena se informar e dar uma volta pelo embarque para ver se os ônibus daquela companhia são como na foto do guichê. (Viajei pela companhia “Bolívar” e não me arrependi) Outro detalhe: os banheiros dos ônibus normalmente não estão disponíveis para o uso, então previna-se.

Se for pegar o ônibus à partir de Cochabamba, procure os que saem bem cedo (entre 4:00 e 6:00 da manhâ) e se possível, compre as cadeiras do panorâmico (sabe aqueles ônibus de dois andares?? Esses!! E pegue a primeira cadeira) para aproveitar o visual da chegada no planalto andino. É Muito bonito!!!
Na próxima postagem entrarei em detalhes sobre La Paz e região. Boa Viagem!!!

De volta para casa!!!

Estou de volta! Desculpem pela demora mas é que quando voltei, precisei resolver umas coisas pessoais.
Durante este período ausente, estive fazendo um tour pelo paraguai, bolivia, peru e argentina, e tem muita novidade para o mochileiro liso.
Estou acabando de preparar os textos para guiar o mochileiro por essa região incrível onde surgiu uma das civilizações mais incríveis que já ouvi falar: Os Incas.
Então...até mais e aguardem as novidades!!!!